O sujeito desconfiado de que a mulher o traia, resolveu segui-la. Ent?o quando ela saiu de casa ele p?s-se atr?s dela e a viu entrar no carro de estranho (pra ele…), que seguiu por alguns quil?metros at? parar na entrada de um motel e entrar. Ele deu um jeito de continuar seguindo?os dois e correu para espiar pela fechadura o que se passava. Foi a? que ele viu a mulher se despir lasciva em p? na cama em que o estranho a esperava j? despido ?e com a cabe?a entre os p?s de sua?c?njuge, que num lance tirou a calcinha e a arremessou contra a porta, de cuja fechadura ele olhava, vindo a pe?a ?ntima a se enganchar?justo no trinco obstruindo a sua vis?o, diante do que, exclamara desolado:

“O que mata ? essa d?vida!”

Pois ?, parece que o Procurador-Geral est? acometido ?incredulidade que tal, haja que, segundo o pasquim da subservi?ncia estatal, conhecido pela alcunha de “Brasil 247“, para ele ?”As informa??es colhidas ? base de dela??es, pris?es extensas e apreens?es pela for?a-tarefa do juiz S?rgio Moro e do procurador Dalton Dallagnol contra pol?ticos n?o demonstraram robustez”.

? bem verdade que n?o se pode fazer afirma??es categ?ricas sem ver as provas carreadas e que o caso, como todo caso, deve ser tratado com prud?ncia e responsabilidade.

Mas, c? pra n?s, tanto escr?pulo n?o tem sido bem a marca do Minist?rio P?blico em geral, que normalmente denuncia e depois ? que pergunta…